Primeiro: avalie se existe urgência
Se houver perda de consciência, convulsões, intoxicação grave, risco de suicídio, agressividade intensa ou outra ameaça imediata à vida, procure atendimento de urgência. No Brasil, o SAMU atende pelo 192. Não aguarde uma resposta pelo WhatsApp.
Segundo: acolha sem rotular ou ameaçar
Evite humilhar, confrontar durante uma crise ou prometer soluções instantâneas. Ouvir a pessoa, reduzir riscos e buscar avaliação adequada são medidas mais úteis do que fazer um diagnóstico por conta própria.
Terceiro: organize informações para uma avaliação
Anote medicamentos prescritos, atendimentos prévios, principais sinais observados, município e dúvidas. Evite compartilhar dados sensíveis em grupos ou canais públicos; prefira conversar diretamente com profissionais habilitados.
Quarto: entenda as opções de cuidado
Tratamento pode envolver atenção básica, CAPS, psicoterapia, psiquiatria, grupos de apoio, ambulatório ou internação quando indicada por critérios clínicos e legais. A necessidade varia em cada caso.
Quinto: inclua a família no acompanhamento
Famílias também precisam de orientação para limites, comunicação, continuidade do cuidado e apoio após o tratamento. Conheça nosso guia de apoio familiar.
Perguntas frequentes
É preciso internar imediatamente?
Nem sempre. A necessidade e o tipo de tratamento dependem de avaliação profissional e da urgência.
Posso pedir orientação para outra cidade?
Sim. O canal recebe pedidos de diferentes regiões do Brasil; as opções dependem da rede disponível e da avaliação caso a caso.
