Quem Somos — Grupo Salvar Vidas
O Grupo Salvar Vidas nasce do encontro entre dor, propósito e responsabilidade.
Somos um serviço de acolhimento, triagem 24h e orientação em dependência química e saúde mental,
conectando famílias de todo o Brasil a clínicas de reabilitação, clínicas psiquiátricas e
profissionais habilitados. Nosso foco é indicar, com seriedade, o caminho possível para
internação voluntária e involuntária quando indicada — sem promessas milagrosas, mas com compromisso real.
*Orientamos e encaminhamos para unidades que atendem por convênio/plano de saúde, conforme a cobertura do seu contrato.
De dor pessoal a propósito coletivo — a história por trás do Grupo Salvar Vidas
Toda organização que decide enfrentar de frente a dependência química e os transtornos mentais carrega, de alguma forma, marcas profundas. Nenhum projeto como o Grupo Salvar Vidas nasce de um lugar neutro: ele nasce de histórias com cheiro de hospital, madrugada em claro, vergonha, medo de perder alguém, sensação de impotência diante de uma pessoa que a gente ama, mas que parece ter sido tomada pela droga.
Por que existimos
Existimos para preencher um buraco que muitas famílias sentem na pele: entre o desespero da crise e a porta de um serviço sério, existe um labirinto de informações desencontradas, ofertas milagrosas, promessas vazias e, muitas vezes, exploração da dor alheia.
O Grupo Salvar Vidas se propõe a ser esse ponto de equilíbrio: um lugar de escuta, filtro, triagem, orientação, transparência e encaminhamento. Não somos “donos da cura”, não substituímos atendimento médico ou de emergência, não prometemos o que não podemos entregar. O que prometemos é:
- Olhar humano e sem julgamento para cada história.
- Compromisso com informação séria, baseada em boas práticas.
- Respeito à legislação e aos direitos do paciente e da família.
- Busca ativa de rotas de cuidado possíveis, dentro da realidade de cada um.
Linha do tempo — do primeiro atendimento à visão de futuro
Nosso compromisso: transformar aquilo que um dia foi causa de dor em ferramenta de cura, consciência, responsabilidade e movimento. Sem romantizar o sofrimento, mas reconhecendo que é possível fazer dele um ponto de virada.
Manifesto: acreditamos que libertação só não existe para quem desiste. A dependência química e os transtornos mentais não definem o valor de uma pessoa. Eles fazem parte da história, mas não precisam ser o capítulo final. Nosso papel é lembrar, todos os dias, que ainda há possibilidade de recomeço — e que esse recomeço é mais potente quando família, profissionais e rede de apoio caminham juntos.
Pilares do Grupo Salvar Vidas — saúde, jurídico, digital e propósito
O Grupo Salvar Vidas é um ecossistema em construção. Ao longo dos anos, entendemos que o cuidado em dependência química e saúde mental não passa apenas pela internação: envolve informação, acesso a direitos, acompanhamento, prevenção e transformação de cultura. Por isso, estruturamos nossa atuação em pilares que se conversam.
Acolhimento, triagem e encaminhamento clínico
Frente mais conhecida do Grupo Salvar Vidas, voltada para quem busca tratamento para dependência química, reabilitação para álcool e drogas e apoio em saúde mental.
- Triagem 24h no WhatsApp, com escuta qualificada.
- Orientação sobre desintoxicação, reabilitação e pós-alta.
- Encaminhamento para clínicas, hospitais e comunidades parceiras.
- Conteúdo educativo sobre álcool, crack, cocaína, maconha, K9/K4, medicamentos e jogos.
Direitos, deveres e proteção da família e do paciente
Em muitos casos, a família se vê perdida entre termos como internação involuntária, internação compulsória, Lei 10.216, plano de saúde, cobertura e rede credenciada. Este pilar foca em traduzir esses temas.
- Informações claras sobre internação voluntária, involuntária e compulsória.
- Explicação sobre direitos previstos em lei e deveres de serviços de saúde.
- Apoio na compreensão de contratos de plano de saúde e possibilidades de uso.
- Orientações gerais: o que documentar, como registrar ocorrências, como se proteger.
Educação, prevenção e consciência em escala
A internet tanto pode ampliar o problema quanto ser usada como ferramenta de prevenção. O GSV Digital se dedica a produzir conteúdos que alcançam quem talvez nunca entraria em um consultório ou sala de terapia.
- Artigos, vídeos, posts e materiais sobre dependência química e saúde mental.
- Campanhas de conscientização para escolas, igrejas, empresas e comunidades.
- Projetos digitais focados em saúde mental para o Brasil inteiro.
- Parcerias com outros canais e iniciativas de impacto social.
Além da orientação gratuita pelo WhatsApp, o Grupo Salvar Vidas desenvolve materiais digitais como eBooks, aulas e guias práticos. Cada contribuição nesses projetos fortalece nossa capacidade de produzir mais conteúdo, alcançar mais famílias e ampliar ações de conscientização em todo o território nacional.
Cada acesso adquirido ajuda a manter e ampliar projetos de conscientização, campanhas educativas e estrutura de atendimento para famílias que, muitas vezes, não têm com quem conversar.
Como trabalhamos — do primeiro contato ao pós-alta
Ninguém chega ao Grupo Salvar Vidas em um “dia qualquer”. Em geral, a ligação ou mensagem vem depois de noites mal dormidas, brigas, tentativas de diálogo, idas ao pronto-socorro, promessas de mudança quebradas. É nesse contexto que estruturamos um fluxo simples, mas profundo, de cuidado.
1. Triagem 24h no WhatsApp
O primeiro passo é a triagem. Não é um formulário frio, nem uma entrevista automática: é uma conversa em que buscamos entender quem é o paciente, que drogas estão em jogo, há quanto tempo, qual é a situação atual de risco e como está a família.
- Levantamento de sinais de risco imediato (autoagressão, heteroagressão, overdose).
- Histórico de uso de álcool, cocaína, crack, maconha, K9/K4, remédios, jogos (bets) e outros.
- Entendimento de comorbidades (depressão, ansiedade, transtornos de humor, TDAH etc.).
- Mapeamento de rede de apoio: quem está por perto, quem pode ajudar, quem é referência.
Triagem não é julgamento. É uma fotografia honesta do cenário atual, para que possamos indicar uma rota possível de forma responsável.
2. Definição de rota de cuidado
A partir das informações levantadas, avaliamos junto com a família quais são as possibilidades reais de cuidado naquele momento. Nem toda situação precisa de internação e nem toda pode ser manejada apenas com consulta ambulatorial.
- Situações em que o CAPS AD ou serviços do SUS podem ser a melhor porta.
- Cenários que exigem desintoxicação clínica em ambiente hospitalar.
- Casos em que a internação voluntária é possível e desejada pelo paciente.
- Casos em que se avalia, com cautela, a internação involuntária, quando há risco grave.
Não tomamos a decisão pela família, mas explicamos de forma clara as implicações de cada caminho, do ponto de vista clínico, ético e legal.
3. Encaminhamento responsável
Uma vez definida a rota, nossa função é direcionar a família para serviços que façam sentido para a realidade dela. Encaminhar responsável significa:
- Apresentar possibilidades com transparência sobre estrutura, proposta e custos.
- Auxiliar na comunicação inicial com a unidade, quando necessário.
- Orientar sobre documentação básica e informações importantes para a admissão.
- Reforçar a importância de visitas, participação da família e cuidado pós-alta.
4. Acompanhamento e pós-alta
A história não termina no portão da clínica. Muitas recaídas acontecem porque a família não sabe o que fazer depois da alta: como organizar rotina, como lidar com gatilhos, como estabelecer limites.
- Orientações gerais sobre rotina saudável, limites e apoio.
- Incentivo à busca de terapia, grupos de apoio e seguimento psiquiátrico.
- Educação sobre sinais de alerta de recaída e plano de emergência.
- Lembrete constante: processo de recuperação é maratona, não corrida de 100 metros.
Planos de saúde — como o Grupo Salvar Vidas ajuda sua família a navegar esse universo
Quando falamos em plano de saúde, muitas famílias ficam em dúvida: “Meu convênio cobre internação psiquiátrica?”, “Existe carência para dependência química?”, “O plano pode negar desintoxicação?”, “O que é acomodação enfermaria ou apartamento?”. Nosso papel é traduzir esse cenário complexo em linguagem acessível.
Orientamos e realizamos o encaminhamento para clínicas e serviços que atendem por plano de saúde, conforme a cobertura contratual de cada beneficiário (regras da ANS). Em caso de dúvida, ajudamos a checar:
- Coberturas obrigatórias para saúde mental e dependência química, de acordo com a legislação e o rol de procedimentos da ANS.
- Diferença entre atendimento ambulatorial, hospitalar e psiquiátrico.
- Itens como coparticipação, carência, rede credenciada e guia de autorização.
- Caminhos possíveis quando a rede credenciada não oferece o que o caso exige, buscando alternativas com transparência.
Em algumas situações, o plano de saúde pode ser um aliado importante para viabilizar o tratamento. Em outras, será necessário avaliar estratégias particulares ou apoio pelo SUS. O Grupo Salvar Vidas ajuda a olhar para todas essas possibilidades com clareza.
Transparência: a cobertura efetiva depende do contrato com a operadora. Nosso compromisso é explicar o que cada caminho significa, evitando surpresas e falsas expectativas.
Assista: como o Grupo Salvar Vidas ajuda sua família na prática
Às vezes, ouvir alguém explicando olhando nos seus olhos faz toda a diferença. O vídeo abaixo resume, em poucos minutos, o que levamos anos aprendendo na experiência com famílias e pacientes em todo o Brasil.
Preferir abrir no YouTube? Clique aqui e assista no nosso canal @gruposalvarvidas.
Dependência química e saúde mental — o que você precisa saber para decidir com consciência
1) O que é dependência química?
A dependência química é um transtorno de uso de substâncias, reconhecido por classificações internacionais como CID-10/CID-11 e DSM. Não se trata de fraqueza de caráter, “falta de vergonha na cara” ou simples questão de vontade. É uma condição de saúde complexa, multifatorial, em que fatores biológicos, psicológicos, sociais, espirituais e ambientais se entrelaçam.
Algumas pessoas podem usar álcool ou determinadas drogas de forma recreativa por um tempo e, ainda assim, não desenvolver dependência. Outras, por questões genéticas, emocionais, de história de trauma, contexto familiar ou saúde mental prévia, têm muito mais vulnerabilidade para perder o controle.
Além disso, a dependência química frequentemente se associa a outros quadros, como depressão, transtornos de ansiedade, transtorno bipolar, TDAH, transtornos de personalidade e transtornos psicóticos. É o que chamamos de comorbidade ou dupla-diagnose.
2) Sinais e sintomas que merecem atenção
- Uso de álcool ou drogas em quantidades maiores ou por mais tempo do que o planejado.
- Tentativas repetidas de reduzir ou parar, com fracasso frequente.
- Craving (fissura intensa), sensação de que “precisa” usar para funcionar.
- Negligência de responsabilidades familiares, escolares ou profissionais.
- Mentiras, manipulação, sumiço de dinheiro ou objetos da casa.
- Uso em situações perigosas (dirigir, cuidar de crianças, operar máquinas).
- Mudanças bruscas de humor, irritabilidade, agressividade ou apatia.
- Isolamento, perda de interesse em atividades antes prazerosas.
3) Substâncias e particularidades
Álcool: droga lícita mais consumida no Brasil. Presente em festas, reuniões familiares, ambientes de trabalho. Causa danos ao fígado, coração, sistema nervoso e está relacionada a acidentes, violência doméstica, brigas e perdas diversas. A abstinência pode ser grave, exigindo acompanhamento clínico.
Cocaína e crack: estimulantes potentes, que aumentam batimentos cardíacos, pressão arterial e risco de infarto e AVC. Podem gerar paranoia, agitação, agressividade, delírios persecutórios e depressão intensa após o uso.
Maconha/cannabis: para algumas pessoas, pode ser usada de forma esporádica; para outras, especialmente adolescentes e indivíduos com vulnerabilidade psiquiátrica, está associada a crises de ansiedade, pânico, sintomas psicóticos e queda de desempenho escolar.
K9, K4 e outros sintéticos: drogas sintéticas com composição instável, muitas vezes vendidas como “maconha forte” ou “erva sintética”. Podem provocar surtos intensos, convulsões, arritmias, perda de consciência e risco de morte.
Medicamentos (benzodiazepínicos, opioides, estimulantes): quando usados sem acompanhamento ou por tempo prolongado, podem gerar tolerância, dependência, efeitos colaterais graves e abstinência perigosa.
4) Modalidades de cuidado
- Ambulatorial: consultas médicas, acompanhamento psicológico, grupos de apoio, geralmente indicado para casos moderados ou estáveis.
- Desintoxicação clínica: manejo de sintomas de abstinência em ambiente hospitalar ou unidade especializada.
- Internação voluntária: quando o próprio paciente aceita a necessidade de afastar-se do ambiente de uso para se tratar.
- Internação involuntária: prevista na Lei 10.216, indicada em situações de risco grave quando a pessoa perde a capacidade de avaliar sua condição e recusa tratamento.
- Internação compulsória: determinada judicialmente, após avaliação técnica.
- Comunidades terapêuticas e clínicas de reabilitação: ambientes estruturados com rotinas terapêuticas, devendo respeitar direitos humanos, legislação e critérios de segurança.
5) Plano terapêutico e continuidade
Um bom plano de tratamento não se restringe ao período de internação. Ele inclui:
- Definição de objetivos realistas, de curto, médio e longo prazo.
- Combinação de psiquiatria, psicoterapia, educação em saúde e rede de apoio.
- Envolvimento da família, com orientação específica para o papel de cada um.
- Planejamento detalhado do pós-alta, com consultas, grupos e manejo de gatilhos.
6) Família: como ajudar sem se adoecer
- Entender que você não tem controle absoluto sobre a decisão de mudança do outro.
- Estabelecer limites claros para proteção de todos da casa.
- Evitar encobrir consequências graves do uso (“passar a mão na cabeça”).
- Buscar também apoio para você: grupos de familiares, terapia, espiritualidade.
- Lembrar-se de que ninguém salva alguém sozinho — é sempre um processo em rede.
Checklist rápido para a família
- Quais riscos imediatos existem hoje (auto/heteroagressão, overdose)?
- Que drogas estão em uso? Em que quantidade e frequência aproximadas?
- Há diagnóstico psiquiátrico prévio? Uso de medicação?
- Existe plano de saúde? Qual operadora e tipo de cobertura?
- Quem são as pessoas de apoio que podem estar juntas nesse processo?
Documentos úteis para organizar
- Documento com foto do paciente.
- Cartão do plano de saúde (se houver).
- Laudos, receitas ou relatórios médicos recentes.
- Contato de responsável legal (no caso de menores ou pessoas sob curatela).
- Registros de situações de risco (quando houver), como boletins de ocorrência ou relatórios.
7) Prevenção de recaídas
- Identificar gatilhos pessoais (lugares, pessoas, emoções, datas marcantes).
- Construir uma rotina que inclua sono, alimentação, trabalho/estudo e lazer saudável.
- Manter acompanhamento profissional depois da alta.
- Ter um plano de ação rápido para os primeiros sinais de recaída.
O Grupo Salvar Vidas não substitui nenhum desses serviços, mas ajuda a família a enxergar o mapa inteiro. Nossa função é apontar caminhos, traduzir termos, aproximar pessoas e serviços — sempre lembrando que cada caso é único.
Serviços, encaminhamentos e diferenciais do Grupo Salvar Vidas
Em vez de prometer “cura rápida” ou “100% de resultados”, preferimos deixar claro o que fazemos, como fazemos e até onde vamos. O resto envolve a decisão do paciente, o envolvimento da família e a qualidade dos serviços de saúde envolvidos.
| Serviço | Para quem | Como ajudamos |
|---|---|---|
| Triagem 24h | Famílias e pacientes em dúvida sobre o próximo passo | Escuta qualificada, avaliação de risco e definição de rotas possíveis |
| Encaminhamento | Casos ambulatoriais e de internação (voluntária/involuntária/compulsória) | Conexão com clínicas, hospitais, CAPS e outros serviços, conforme o caso |
| Orientação de convênio | Beneficiários de plano de saúde | Suporte na checagem de cobertura, rede credenciada e fluxo de autorização |
| Suporte à família | Familiares e responsáveis desgastados pelo problema | Psicoeducação, limites, redução de danos e apoio na reorganização da rotina |
| Pós-alta | Pessoas que concluíram desintoxicação/rehab | Plano de prevenção de recaídas e orientações para manutenção do cuidado |
Conteúdos e serviços relacionados
Referências e marcos legais
Para decidir com segurança, sugerimos o uso de fontes públicas confiáveis:
- Ministério da Saúde — políticas e serviços do SUS.
- OMS/WHO — Substance use — diretrizes globais.
- CONASS — gestão estadual do SUS e boas práticas.
- Lei 10.216/2001 — proteção e direitos em saúde mental.
- Rede de atenção psicossocial (RAPS/CAPS).
- Canal Grupo Salvar Vidas (vídeos).
Estes links são informativos e não substituem avaliação profissional individualizada.
FAQ — perguntas frequentes sobre o Grupo Salvar Vidas
Qual é o horário de atendimento?
Nosso plantão de triagem e orientação é realizado pelo WhatsApp 24 horas por dia, 7 dias por semana. Sabemos que situações de crise não escolhem horário.
O Grupo Salvar Vidas é uma clínica de internação?
Não. O Grupo Salvar Vidas é um serviço de acolhimento, triagem, orientação e encaminhamento. Trabalhamos em conexão com redes de cuidado (pública e privada) para indicar caminhos de tratamento, mas não somos hospital ou clínica de internação.
Vocês garantem resultado ou cura?
Não. Nenhuma instituição séria pode garantir cura ou resultado específico em saúde mental e dependência química. O que garantimos é comprometimento com informação verdadeira, transparência e responsabilidade em cada encaminhamento.
Como funciona a internação involuntária?
A internação involuntária é prevista na Lei 10.216/2001 e só deve ocorrer em situações específicas, com laudo médico e comunicação ao Ministério Público. Nesses casos, nosso papel é orientar a família sobre critérios, riscos, direitos e caminhos legais.
Atendem dependência de álcool?
Sim. Muitas das famílias que nos procuram lidam com alcoolismo. Ajudamos a avaliar gravidade, possíveis rotas de cuidado (CAPS AD, serviços privados, internação) e papel da família no processo.
Aceitam plano de saúde?
Trabalhamos com encaminhamento para unidades parceiras que atendem por convênios/plano de saúde, conforme a disponibilidade e a cobertura de cada contrato. Durante a triagem, ajudamos a entender o que pode estar coberto pelo seu plano.
O atendimento é sigiloso?
Sim. Tratamos cada contato com sigilo e respeito. Sabemos que falar de dependência química e saúde mental envolve expor dores profundas, e nossa responsabilidade é cuidar dessas informações com seriedade.
Quanto tempo dura um tratamento de reabilitação?
Depende do caso, da substância, das comorbidades e da resposta ao cuidado. Em geral, desintoxicação pode levar dias; reabilitação intensiva, algumas semanas ou meses; e o acompanhamento, idealmente, se estende por longo prazo.
Há atendimento para adolescentes?
Quando indicado, orientamos e encaminhamos para serviços habilitados a cuidar de adolescentes, respeitando as normas legais e a necessidade de presença de responsável.
O Grupo Salvar Vidas é ligado a alguma religião?
Respeitamos a espiritualidade de cada pessoa e reconhecemos que a fé pode ser um recurso importante de enfrentamento. Entretanto, nosso trabalho de orientação e encaminhamento é pautado por responsabilidade técnica, legal e ética, aberto a pessoas de todas as crenças ou sem religião.
Termos que as pessoas buscam quando procuram ajuda
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Dica de SEO: produza conteúdos que respondam às dúvidas reais por trás desses termos — histórias, perguntas frequentes, exemplos práticos. O Google valoriza páginas que, de fato, ajudam quem está em sofrimento a tomar decisões melhores.
Fale com a equipe do Grupo Salvar Vidas — plantão 24h
Se você chegou até aqui, provavelmente ama alguém que está em risco, ou talvez seja você mesmo(a) precisando de ajuda. O primeiro passo é uma conversa honesta. Sem julgamento, sem promessas fantasiosas, mas com a verdade que você precisa ouvir para decidir.
Estamos prontos para orientar com responsabilidade, sem promessas de cura, e indicar o caminho de cuidado mais adequado dentro da sua realidade. Aceitamos plano de saúde via unidades parceiras (verificação de cobertura durante a triagem).

