Clínica de Recuperação • Tratamento Humanizado • Rede Nacional
Alcoolismo e Dependência Química: tratamento, prevenção de recaídas e remoções 24h
Cuidamos do transtorno por uso de álcool e de outras substâncias como doença crônica, com detox seguro, internação ética (voluntária e, quando necessário, involuntária segundo a Lei 10.216/2001), suporte ativo à família e pós-alta estruturado.
Convênios: avaliamos cobertura (Unimed, Bradesco, SulAmérica e outros).
Direitos: quando aplicável, atuamos com liminar via assessoria oficial
@gsv.assessoria.
Conscientização em vídeo (Instagram Reel)
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Alcoolismo: definição, progressão e por que pedir ajuda cedo
O transtorno por uso de álcool é uma condição crônica e recidivante, caracterizada por perda de controle, uso compulsivo, priorização do consumo e manutenção apesar de prejuízos. Sem intervenção, o quadro progride de uso de risco para uso nocivo e dependência, com alterações neurobiológicas e comportamentais.
- Fatores de risco: genética, histórico familiar, início precoce, estresse crônico, traumas, transtornos mentais, disponibilidade e contextos sociais permissivos.
- Proteção: apoio familiar, redes de suporte, habilidades de regulação emocional, acesso a tratamento e políticas de redução de danos.
Por que agir agora? Intervenções precoces reduzem internações, perda laboral, violência e mortalidade. Nosso time atua rápido, com avaliação em minutos via WhatsApp e, quando necessário, remoção assistida 24h com protocolos humanizados.
Sinais e sintomas que exigem atenção
Comportamentais
- Aumento progressivo da tolerância e da frequência.
- Mentiras sobre quantidade, esconder garrafas, beber sozinho.
- Abandono de compromissos, faltas no trabalho/estudos.
Físicos
- Tremores, sudorese, taquicardia nas manhãs.
- Gastrite, dor abdominal, alterações do sono.
- Quedas, hematomas, ferimentos repetidos.
Psíquicos
- Irritabilidade, ansiedade, tristeza marcante.
- Craving (vontade intensa) e perda de controle.
- Ideias de autolesão: acione CVV 188 e serviço de urgência.
Complicações e riscos de continuar bebendo
- Clínicos: hepatite alcoólica, cirrose, pancreatite, cardiomiopatia, arritmias e risco aumentado de câncer (boca, esôfago, fígado, mama, colorretal).
- Neurológicos: convulsões de abstinência, delirium tremens, neuropatia periférica, déficits cognitivos.
- Psicossociais: acidentes de trânsito, violência doméstica, perdas financeiras e judiciais.
- Mortes evitáveis: o álcool segue entre os maiores fatores de risco para mortalidade prematura nas Américas.
Detox e manejo da abstinência com segurança
Interromper abruptamente após uso pesado pode ser perigoso. O detox seguro inclui triagem, ambiente monitorado e prevenção de complicações.
- Estratificação de risco: sinais vitais, exames, CIWA-Ar, comorbidades e história de convulsões/DT.
- Monitorização 24h: hidratação, eletrólitos, suporte nutricional e do sono.
- Prevenção de DT/convulsões: protocolos e encaminhamento quando necessário.
- Plano pós-detox: psicoterapia, medicação anticraving, grupos e rotinas protetivas.
Medicações adjuvantes com evidência
Naltrexona
Reduz reforço e craving; pode ser oral ou injetável de ação prolongada.
Acamprosato
Ajuda a manter a abstinência após o detox em pacientes selecionados.
Dissulfiram
Exige adesão e supervisão; provoca reação desagradável se houver ingestão de álcool.
Uso sempre com prescrição e acompanhamento médicos, integrado a psicoterapia e plano familiar.
Nosso modelo de cuidado: humano, ético e eficaz
- Internação voluntária ou involuntária (Lei 10.216/2001) quando há risco/recusa.
- Rede nacional com unidades parceiras e remoções 24h.
- Equipe multiprofissional: psiquiatria, psicologia, TO, nutrição, enfermagem e coordenação.
- Ambiente seguro 24h, protocolos anti-evasão e foco em autonomia.
- Pós-alta com grupos, consultas, retorno escolar/profissional e prevenção de recaídas.
Planos e metas (3, 6, 9 e 12 meses)
| Plano | Objetivos | Indicado para |
|---|---|---|
| 3 meses | Detox, estabilização, psicoeducação, plano de recaída. | Primeiro tratamento / casos leves–moderados. |
| 6 meses | Consolidação da abstinência, psicoterapia e família. | Recaídas prévias / comorbidades leves. |
| 9 meses | Reabilitação psicossocial, rotinas e propósito. | História longa de consumo / múltiplas recaídas. |
| 12 meses | Manutenção avançada, estudo/trabalho, rede de apoio. | Dependência grave e comorbidades clínicas/psiquiátricas. |
Cultura & Consciência: Amy Winehouse — prólogo de uma história real
Amy Winehouse ficou conhecida mundialmente pela voz única e letras intensas. Sua trajetória também expôs, com dureza, os impactos do uso problemático de álcool e outras substâncias. Sem transformar dor em espetáculo, este prólogo funciona como alerta: talento e afeto não protegem, sozinhos, do risco de uma doença crônica como o transtorno por uso de álcool.
➜ Veja nosso Reel de conscientização e conheça o tratamento para dependência química oferecido pela nossa clínica.
- Sinais que o mundo viu: faltas em apresentações, oscilações de humor, perda de peso, episódios de intoxicação e recaídas públicas.
- O que aprendemos: exposição midiática e vergonha aumentam isolamento; o que ajuda é rede de apoio estruturada, tratamento contínuo e plano de prevenção de recaídas.
- Mensagem às famílias: estabelecer limites, proteger rotinas, buscar equipes experientes e priorizar segurança antes do conflito.
- Mensagem a quem sofre: pedir ajuda é um ato de coragem; recaídas são tratáveis; propósito e conexão sustentam a recuperação.
Conteúdo educativo e respeitoso à memória da artista. Se algo doeu em você ao ler, fale com a gente — conversar é o primeiro passo.
Clínica de Recuperação para Dependência Química — como ajudamos na prática
Somos uma clínica de recuperação para dependência química com atuação nacional. Atendemos casos envolvendo álcool, cocaína, crack, maconha, opioides, benzodiazepínicos e outras substâncias. Nosso cuidado é baseado em evidências e centrado na pessoa.
Serviços
- Detox seguro com monitorização 24h.
- Internação voluntária e involuntária conforme Lei 10.216/2001.
- Programa terapêutico (psicoterapia, grupos, TO, educação em saúde).
- Plano familiar com orientação e acolhimento.
- Pós-alta e prevenção de recaídas.
Diferenciais
- Remoções 24h intermunicipais/interestaduais.
- Equipe multiprofissional experiente.
- Projeto de vida: estudo, trabalho, espiritualidade e esporte.
- Integração com RAPS (CAPS/UBS/Hospitais).
- Transparência: contrato claro e comunicação contínua com a família.
Onde atendemos
Rede em todo o Brasil: capitais, regiões metropolitanas e interior.
- Sudeste: SP, RJ, MG, ES
- Sul: PR, SC, RS
- Centro-Oeste: DF, GO, MS, MT
- Nordeste: BA, PE, CE, RN, PB, AL, SE, MA, PI
- Norte: PA, AM, RO, AC, AP, RR, TO
Precisa de vaga hoje? Chame no WhatsApp para avaliarmos disponibilidade na sua cidade.
Família: o que fazer numa crise
- Fale pouco e devagar; foque em segurança, não em culpa.
- Retire riscos: chaves, objetos cortantes e álcool/medicações visíveis.
- Plano de emergência: contatos da equipe e serviços 192/190/188.
- Combinados claros: horários, dinheiro e acompanhamento a consultas.
Autoavaliação rápida: AUDIT-C
Três perguntas para rastrear uso de risco. Não é diagnóstico, mas orienta próximos passos.
Estatísticas essenciais (OMS/OPAS)
- Mundo: ~2,6–3,0 milhões de mortes/ano atribuíveis ao álcool (varia por metodologia).
- Europa (região OMS): ~800 mil mortes/ano relacionadas ao álcool.
- Américas: consumo médio ≈ 7,5 L de álcool puro/ano (≥15 anos) e alto peso na carga de doença.
- Brasil: ~12 mortes por hora (≈105 mil/ano) associadas ao álcool; forte impacto em trânsito e violências.
Sempre cite fonte e ano; atualize dados periodicamente.
Perguntas úteis para levar à consulta
- Qual meu grau de dependência e riscos imediatos?
- Qual plano (3, 6, 9 ou 12 meses) faz mais sentido no meu caso?
- As medicações são indicadas para mim? Como acompanhar efeitos colaterais?
- Quais gatilhos pessoais devo mapear e como agir diante deles?
- Como reconstruir rotina de estudo/trabalho com segurança?
Perguntas frequentes
O alcoolismo tem cura?
É tratável e controlável. O foco é manutenção de abstinência/estabilidade e qualidade de vida.
Internação involuntária é possível?
Sim, com base na Lei 10.216/2001, quando há risco e recusa, após avaliação médica e comunicação ao MP.
Vocês atendem convênios?
Analisamos cobertura e orientamos reembolso; quando necessário, apoio jurídico para assegurar acesso.
Fontes
- OPAS/OMS – Relatórios sobre consumo de álcool e carga de doença.
- OMS Europa – Boletins regionais de mortalidade atribuível ao álcool.
- Fiocruz (Brasil) – Boletins de saúde e violência relacionados ao álcool.
Peça ajuda agora
Atuamos em todos os estados, com remoções 24h e acolhimento imediato. Com suporte especializado, é possível recuperar liberdade, dignidade e propósito.
Conteúdo informativo; não substitui avaliação médica. Em risco imediato, acione SAMU 192 / CVV 188.



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